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Novas Perspectivas para a Psicologia Clínica: um estudo a partir da obra ‘Saint Genet: Comédien et Martyr’ de Jean-Paul Sartre

quarta-feira 1º de outubro de 2014, por Equipe

Jean-Paul Sartre (1905-1980) iniciou suas incursões teóricas formulando proposições no domínio da psicologia, na medida em que compreendeu, desde o início de seus estudos, a importância dessa disciplina na definição da base antropológica da racionalidade ocidental moderna e, portanto, a sua relevância na compreensão do ser do homem. O projeto fundamental do trabalho de Sartre foi, portanto, reformular a psicologia. Voltou-se, porém, à filosofia pela necessidade técnica de melhor fundamentar suas proposições para aquela ciência. A perspectiva psicológica, porém, é pouco pesquisada ou discutida, já que, no cômputo geral de sua obra a dimensão mais conhecida é a filosófica, o que não dá à dimensão psicológica a abrangência e a importância que Sartre lhe conferiu. Problematizou a disciplina psicológica até seu cerne, reformulando-a em moldes totalmente diversos dos até então existentes, ao romper com as concepções racionalista, subjetivista e determinista que vinham dominando essa ciência.

Sua “psicanálise existencial”, método de investigação da realidade humana, que objetiva revelar a escolha fundamental que o sujeito faz de si mesmo, é uma forma de viabilizar sua psicologia existencialista, bem como sua proposição para a psicologia clínica. À luz de sua psicanálise, Sartre elaborou biografias de escritores conhecidos, como recurso para expor, discutir e realizar suas proposições teórico-metodológicas para a área.

Saint Genet, comédien et martyr é uma dessas biografias, cujo intuito é comprovar a importância da compreensão histórica e dialética da vida de um homem. Nele retrata a trajetória existencial do poeta francês Jean Genet que, inicialmente “destinado” a ser um marginal no seio de uma sociedade conservadora, por ser ladrão, mendigo, homossexual, conseguiu realizar uma ruptura com suas “determinações sociais”, tornando-se um poeta famoso e um intelectual aceito pela sociedade de sua época. Nesse livro é possível vislumbrar elementos fundamentais do pensamento sartriano, como o processo dialético de mediações sociais implicado na construção da personalidade, no qual “o essencial é o que o homem fez daquilo que fizeram dele”, realizando-se enquanto ser em liberdade, entre outros aspectos teóricos e metodológicos.

Sartre, por compreender o papel fundamental do intelectual em sua cultura e em seu tempo, construiu um corpo de novas proposições filosóficas e psicológicas que pretendia que se tornassem instrumentos fundamentais na luta por uma sociedade mais humana. Assim, a nova psicologia proposta, efetivamente revolucionária, na medida em que questiona aspectos basilares de nossa racionalidade ocidental - sustentáculo ideológico do sistema social vigente - não deve servir somente para suscitar discussões intelectuais, mas também e principalmente, para ser posta em prática, a fim de possibilitar as mudanças sociais necessárias.

A psicologia clínica é uma área que desde sua gênese histórica, enquanto herdeira do modelo médico, vem transpassada por impasses teóricos, epistemológicos, metodológicos e ideológicos que lhe impõem certas dificuldades na definição de seu estatuto de cientificidade e no cumprimento de sua função social. As concepções sartrianas põem em discussão muitos desses dilemas, apontando soluções inovadoras.

Decorre daí a importância das contribuições de Sartre para a área, pois ao viabilizar uma nova perspectiva clínica a partir da sua psicologia, propõe-na como instrumento necessário para a investigação e a intervenção na problemática existencial e psicológica do homem contemporâneo.

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Psicologia Clínica; Existencialismo; Jean-Paul Sartre; Jean Genet; Fenomenologia.